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sábado, 1 de junho de 2013

Top 10 N64 Songs - (Game)




Saudades do N64. O que joguei não tá escrito. Menos que o SNES, mas muito mais que o meu PS2 e PS3 juntos.
Pô mas porque? Diversão, bons jogos, in Nintendo we trust (hoje em dia não sei, não joguei o WII U mas recomendo o 3DS!).


Eis algumas músicas belas daquela época saudosa...alguns jogos épicos e eis o porque:


10- Wave Race 64
Belíssimo jogo e a diversão de jogar era imensa! Sunset Bay era uma das mais belas fases ever. Manobras radicais e um desafio na medida certa! Saudades...


09- Donkey Kong 64
Não chega perto do Donkey do SNES claro, mas mesmo assim é divertido. Ficou repetitivo mas ainda assim, o som é bom!


08- Castlevania 64
O jogo ficou muito...depressivo. Tem um clima triste, um cenário triste mas possui canções belas. Essa por sinal é da torre do relógio que em qualquer Castlevania, sempre surpreende. =)


07- StarFox 64
Do a Barrel roll. Digita isso na procura do google e dá um enter. É esse o jogo. Clássico eterno!


06- Banjo Kazooie
Imagina As Quatro Estações do Vivaldi, agora uma fase em que cada estação tem sua canção? Maravilhoso!!! Click Clock Wood e a Primavera são a prova viva disso. Uma das canções mais divertidas que já ouvi num jogo!


05- The Mystical Ninja Starring Goemon
Pensa num jogo japonês que trolla o...Japão! Várias piadas a lá Japan e um jogo muito louco! A Música em questão é épica: você ouve a música somente com alguns instrumentos pelo castelo e a medida que você vai progredindo, ela vai aumentado os instrumentos usados. Ouça até o fim e entenda o porque. Épica!


04- Turok 2: Seeds of Evil
Doom? Não. Wolfeinstein? Não. Foi este jogo e o primeiro Turok que me fizeram ver os jogos de FPS (First Person Shooter) de uma maneira diferente. Ambos que falei aí acima são lendas, mas o Turok arrebentou pra mim. Doom 64 nem chega aos pés. Port of Adia, começo do jogo, e essa canção só faz você imaginar a beleza de jogo pela frente!


03- Super Mario 64
Melhor jogo 3D já feito. Referência para qualquer outro jogo de mundo aberto. Uma obra de arte. Tive o prazer de jogar. =)
A Música? A peguei a da batalha do Bowser!!!!


02- Legend of Zelda: Ocarina of Time
Melhor jogo da saga Zelda ever! Conjunto da obra suprema. RPG referência para muitos outros que joguei no quesito "explore esta parte mais tarde ok? Com uma arma melhor". E a Saria Song é somente um exemplo de uma música fabulosa. Se eu colocasse a batalha contra Ganon apelava. Jogo eterno...infinitamente criativo...obra de arte!


01- Super Mario Kart 64
E claro o número um. Explico o porque: durante 1997 até 2001 eu alugava esse jogo no fim do ano (duas semanas) para jogarmos (eu e mais 3 amigos). Disputa de duplas, era um sarro...soltar raio na ponte então, só choro por todo o lado. Era uma alegria imensa, diversão garantida. Não joguei o Goldeneye do N64, mas duvido que me divertiria tanto o quanto me diverti com esse. Não só eu mas meus amigos e meu irmão. Este além de ser obra de arte, entrou para o panteão de jogos pra jogar com amigos, de verdade claro... ;-)
A música? Claro, a dos créditos!
Myamoto, thanks a lot!

sábado, 18 de maio de 2013

Castlevania: Mirror of Fate - (GAME)


Alucard, Simon (ruivo) e Trevor


Ok, é uma 'blasfêmia' mexer com a história e cronologia da saga Castlevania. Mas fizeram o reboot da saga (ou seja, a história começa a partir do Lords of Shadow) e agora não tem o que fazer.

Para você que está curioso quanto ao enredo, no final coloco uns spoilers (por sua conta e risco a leitura) mas basicamente a história aqui é de Simon Belmont indo ao Castlevania atrás de seu pai, Trevor Belmont que sumiu. No meio do caminho surpresas, reviravoltas e um enredo muito bem bolado.

A história é dividida em três atos: I Ato: Simon - II Ato: Alucard - III Trevor
É óbvio que tudo irá fazer sentido no final pois em cada ato que termina você fica com a curiosidade de saber como terminará o outro e aí vai o vício de jogar. =)

O som do jogo está magnífico. O desafio está bom e a jogabilidade ficou voltada para os tempos dos antigos Castlevanias e pouco God of War e seus combos chatos de botões sem falar no repeteco de combos.

Inimigos criativos e também bem desafiadores e até diversificados e alguns bem chatos.... Um chefe bem chato mas muito bem bolado foi este aqui:


Night Watchman


O jogo no geral me surpreendeu por ser belo graficamente falando, eu não esperava ser tão bom assim. Gostei do desafio que achei na medida e acho que só falto um modo extra talvez (não terminei no nível mais difícil, vai que abre algo).


Gabriel Belmont (vulgo Dracula), Trevor, Alucard e Simon ao centro. 



Bom mas e o enredo??? Tá, contarei porque sou legal. Daqui pra frente spoilers.

Tá aqui ainda? então lá vai.


Basicamente, o jogo pega a premissa do Lord of Shadows. Lá, você controla Gabriel Belmont que depois de receber uma ordem da Irmandade da Luz para derrotar uns Lords aí (Uma vampira-mor, um lobisomem-mor e uma Morte-mor) que, ao que consta, são culpados por terem fechado as portas do Céu. Ah sim, e a mulher de Gabriel foi assassinada, supostamente por um dos Lords. Bem resumindo pro finalmente, ele descobre que na verdade ao matar os Lords ele consegue um artefato chamado Máscara de Deus que ele consegue poderes inimagináveis.
Claro que para isso ele enfrenta Zobek seu amigo (que na verdade é o Lord of Shadow da Morte, digamos) e que Zobek fez com que Gabriel matasse sua própria esposa. Satã aparece ("!?", sim eu fiz isso durante o jogo) e diz que com a máscara ele vai dominar os céus.

Gabriel derrota Satã (não mato, só derroto), descobre que a máscara não serve pra nada...vaza choramingando dali (Zobek foge)....eis que ele recebe um chamado de Laura (filha da vampira-mor) dizendo que um mal maior vai ser libertado (um tal de Forgotten One) se ele não voltar para Castlevania. Ele vai e descobre que pra entrar no lugar da escuridão da onde está o bicho, precisa se tornar um vampiro. Laura se sacrifica (doa todo o sangue ao Gabriel), Gabriel vira vampiro, mata o Forgotten One e absorve o seu poder, larga um grande dane-se para a humanidade e vira o Drácula. Cabo!

Esse foi o Lord of Shadows.

Eis que entra o nosso jogo, Mirror of Fate =)

No prólogo, descobrimos que um antes de enfrentar os Lord of Shadows, Gabriel deixa sua mulher grávida. Ele nunca soube pois partiu para uma missão Pokemon (só jogando o jogo, irá entender minha piada), e eis que a sua mulher tem o filho e depois de uma visita de Pã (um sábio, presente no jogo anterior acima mencionado) descobre que Gabriel irá se corromper (através de um espelho que dá o título do jogo) e que ela tem que dar o filho para a Irmandade treinar ele (a mesma Irmandade que Gabriel participou).

Esse filho cresce, vira Trevor e vai atrás de vingança. Parte pro Castlevania, não se revela para o Drácula...leva um golpe fatal depois de uma luta espetacular e ai fala que Dracula (Gabriel) é o pai dele. Arrasado, Dracula dá seu sangue para ele e o coloca num caixão...pensando que morreu pois ele não se levantou, sai choramingando.

Demorou 30 anos e Trevor se levantou...mas agora como vampiro. E seu nome mudado...Alucard.

E veja que interessante, antes de partir 30 anos atrás para enfrentar o Drácula, ele tinha deixado um filho com a sua mulher Sypha. Eis o nome do pirralho, Simon Belmont.

E adivinha o que Simon foi fazer?


Foi atrás do pai (Trevor, ou Alucard se preferir). Ai no fim do jogo fica a tríade reunida para o combate final (Simon, Trevor, Gabriel) e aparentemente Gabriel é derrotado (claro que não foi, pois vai sair a continuação desse que é o Lord of Shadows 2) e Alucard protege seu filho, mas não revela a Simon que ele é seu pai.

E o jogo acaba....melancólico. Alias não segue essa cronologia, os Atos no jogo são em outra ordem (o final é o Trevor sendo colocado em seu caixão, para um dia acordar como Alucard) mas achei melhor colocar assim para o entendimento.


Belo jogo e recomendo. 
Nota 10



quinta-feira, 9 de maio de 2013

MASS EFFECT 3 - (GAME)

 Despedida de uma saga maravilhosa


Finalmente o artigo sobre o terceiro jogo.
Bem, é o desfecho da saga de Sheppard. Eis um bela conclusão para uma trilogia formidável.


 Eu achei esta parte épica


O jogo não supera o Mass Effect 2 em termos de enredo. Sim, em termos de história esse ficou devendo mas não muito. Somente não superou nesse aspecto.

Basicamente continua a partir do final do ME 2. Sheppard na Terra pagando o pato por ter 'salvado' a galáxia dos Collectors  e destruído o Mass Relay dos Batarians para evitar o ataque dos Reapers e eis que o jogo começa  com a invsão dos Reapers pelo universo, começando na Terra.

Hora de Sheppard levantar mundos e fundos e fazer o impossível que é unir a galaxia para enfrentar os Reapers. É um pouco exagerado o cara juntar a galera toda claro, mas é um game Sras e Srs. =)

Missões formidáveis fica para a Tuchanka (cura da Genophage dos Krogans, a melhor missão na minha opnião) e Rannock onde vemos finalmente a paz entre os Quarians e Geths (muito dos desfechos somente se você tiver feitos escolhas sábias no ME 2 e ter um nível alto de Paragon.

E o DLC Citadel ficou como o melhor dos adquiridos por fora por assim dizer pelo teor cômico e sagaz sem falar num desafio formidável!


 Citadel

O desfecho não podia ser melhor. Eu lembro que teve gente que falou que ficou horrível, que independente do que você faça será a mesma coisa...Enfim, eu achei bom. Somente mimi geral.

O que pecou eu acho foi simplesmente você levar toda a galáxia para combater na Terra e ter um campanha final (a última batalha) bem fraquinha...devia rolar um ataque de naves sem igual mas temos uma campanha em Londres. Ficou bem meia boca isso, de fato, mas nada assim tãoooo fail...


 Sheppard e o sua derradeira decisão!

Isso desabona o jogo? De forma alguma. Só ficou um aspecto assim que podia ser mais explorado, sei lá de repente controlar a Normandy e descer bala. Ia ser massa. =)
Acho que isso faltou na saga toda. Usar a Normandy em alguns mapas para detonar Reapers.


Normandy e o voo final?

E o modo multiplayer? COOP é bem massa. Bem divertido, bem estratégico e muito bem bolado. Bom para quem gosta de fazer frag (gentileza nunca jogar comigo) e para esculhambar os inimigos usando suas habilidades combinadas.


END.

Eu não sei o que pode sair daqui pra frente. Mas que essa saga vai deixar saudades, isso vai....E Sabujo, sim é um SRa Trilogia isso aqui. Admito publicamente. =)


quarta-feira, 24 de abril de 2013

TOP 10 SNES SONGS - (GAMES)



Sem sombra de dúvidas o melhor videogame de todos os tempos...não digo isso porque estou velho ou porque sou fã da Nintendo...nope, nessa época a safra de games era fantástica e tinha muita mas muita coisa boa.

Simples, de 10 jogos de SNES, pelo menos 8 eram épicos...meu ponto de vista. =)
Playstation 1 tinha toneladas de jogos e toneladas de porcaria que não valia 1 jogo do SNES...o mesmo vale para os outros consoles.

SNES era um primor e o topo da Nintendo (que só voltaria a vender bem no WII) e o videogame que mais arrebentei de jogar. Com toda a certeza!

Eis a lista das músicas mais belas já ouvidas por lá...minha opinião claro =)


10- Donkey Kong Country


Jogo espetacular. Saiu na fase de ouro do SNES (1994) e com um repertório digno mesmo. Fabulástico. A trilogia do SNES tem canções épicas...pena escolher apenas uma =)
Claro, da primeira fase...quando me encantei com este jogo.




09- Chrono Trigger: Frog's Theme



Um dos melhores RPG já lançados na história dos games. Épico, cômico, triste e mais uma obra prima. A canção é uma das mais belas do jogo, que possui dezenas e dezenas de canções memoráveis.Viva Frog!





08- Prince of Persia


Jogo maravilhoso. Não é apenas uma melhoria do jogo de PC mas uma criação nova com chefes diversos (Goro de seis braços, gordinho, Jafar em duas 'formas'). Sem falar nas canções espalhadas pelo jogo. Uma obra prima e esta canção é extremamente desesperadora: penúltima fase, tempo acabando e você tendo que aturar a canção suprema. Só Gordum para terminar com calma =)




07- SkulJagger (gentileza avançar até o minuto 3:40 do vídeo)


Jogo esquisito para muitos, porém com músicas bem legais. Esta é quando você descobre as fases bônus. Sempre gostei desse jogo apesar das limitações dele (e das maluquices, quem jogou sabe). Belo e memorável...joguei muito ele.




06- Top Gear: Mad Racer


O melhor jogo de corrida. Ponto final. To nem ai pro realismo de um Gran Turismo ou um Need for Speed. Nada, absolutamente nada supera a diversão do Top Gear e das canções. A canção da apresentação do jogo, as da fase 2 e 4 (eram cinco canções e 4 se repetiam nas 4 fases de cada país) e é claro esta, Mad Racer...lenda...virou lenda! Dá até arrepio ouvir isso.




05- Zelda: A Link to the Past - Hyrule Field


Primeiro RPG que joguei. Verdadeiro clássico eterno. Não joguei os do NES, uma pena, mas este é algo fora do comum. Sabe Deus quantas horas jogadas e vezes jogadas (acha que terminei uma vez apenas?) sem falar horas escutando suas músicas. Esta foi parar nos outros jogos de Zelda. Viva Myamoto!




04- Super Metroid: Samus Theme


Uma obra prima dos games. Jogo espacial (mescla de um pouco de RPG com muita ação) que eu nunca pensei que fosse marcar minha vida nos games. Canções únicas (Maridia, Blinstar que o diga) e uma personagem fabulosa...Samus Aran (que reza a lenda, os criadores tiraram o nome de um tal de Edson Arantes...parece que é verdade). Essa música é show, especialmente no fim...quem jogou sabe =)




03- Super Mario World


Trilhões de horas jogadas...96 fases não é para os fracos. Fazer isso inúmeras vezes...jogo espetacular, divertido, fácil de brincar e com músicas maravilhosas (adoro as dos castelos) e essa ai ouvi tantas vezes que me pego cantando as vezes do nada... =D
Mario, a lenda dos games...nem mais é patrimônio da Nintendo e sim da cultura dos games =D




02- Actraiser: Fillmore


Meu jogo preferido do SNES. Quando joguei a primeira vez fiquei curioso com o estilo de jogo (meio RPG, SimCity e ação) e fui explorando...depois que vi do que se tratava e das canções que ele tem...que magnífico! Simplesmente o compositor (o mesmo do Street of Rage e uma porrada de games bons) estava inspirado ao extremo!!! As músicas foram depois tocadas de forma orquestrada tão épico que eu pagaria para ouvir um concerto na boa. Esta música ai é a original do game. Mas a versão orquestrada é divina! Jogo esplendoroso com um som celestial. Mas se ele é meu melhor jogo, porque não está em primeiro? Explico a seguir...




01- Super Castlevania 4: Simon's Theme


O primeiro jogo que eu vi de SNES. Denis Cage, amigo querido, jogando esta obra prima enfrentando o Dracula. Jogou primorosamente dando uma surra no Dracula e essa música tocando. Fiquei pasmo ao ver o poder do SNES na época (pô, eu tinha um NES ainda!) e o som impressionante deste jogo. É uma verdadeira sinfonia cada música...todas músicas eu lembro de cor e salteado e assim como Super Mario World e Actraiser, este jogo eu joguei um quadrilhão de horas. Sério, se contasse as vezes que aluguei (sim, nessa época se alugava jogo) com certeza daria frouxo umas 5 mil horas...desde a época do cartucho até em emuladores. Mas porque? Não tem como não se encantar com o jogo bem feito com tão pouco (megas)...e que som! Nunca algo novo será criado...Symphonie of the Night do PS1 é épico também, mas ainda prefiro este (e digo mais, Belmonts mata vampiros...) =)



Isto era o diferencial do SNES em relação a um PS1...tinha limites, mas era explorado ao máximo em diversos jogos criativos e memoráveis. Roteiros, músicas, beleza gráfica dentro de seu limite e ainda assim até hoje você vê jogos novos que gastam milhões e fazem verdadeiras porcarias...uma época primorosa que vivi e tenho orgulho mesmo...essa época não volta mais e duvido que algum outro videogame supere essa façanha =)

SNES FOREVER!

segunda-feira, 15 de abril de 2013

TOP 10 NES SONGS - (GAMES)

Bom, eu sei que NES tem muitas mas muitas songs maravilhosas. Pra mim o que caracteriza um jogo são suas canções principalmente (não essencialmente, enredo de jogo também).

Mas um top 10 é um top 10...então eis algumas pérolas do NES que sempre ficaram na minha cabeça.


10 - Double Dragon II - Final Boss
Imagina um jogo tesão piá ou da hora mano...e quando chega no fim se depara com um chefe difícil e esta obra prima. Não tem como dizer que era show demais. Fantástico jogo!


09 - Ninja Gaiden - Final Boss fight (Deathmask)

Uma música muito triste...final do jogo e você descobre que seu pai está sendo controlado e forçado a te enfrentar. Épica a música em um momento épico do jogo.


08- Contra - Jungle Theme
Cara, ao ouvir essa logo no início do jogo eu não esperava que isto fosse se tornar um jogão. Bela música em total clima do jogo. Perfeito.


07- Batman: Return of Joker - Intro
Essa música é da tela antes de começar o jogo. Bem tenebrosa, estilo Joker mesmo. Eu como um bom pivete sentia um certo medinho...uiui...bom jogo com uma trilha maravilhosa


06- Predador
Apesar de alguns considerarem um jogo mediano, eu não achei. =)
Alias as canções dele eu decorei, tem uma ai no meio (esqueci o tempo ali no vídeo) que é fabulosa. Jogo divertido sim, porém difícil.


05- Castlevania II: Simon's Quest - Dwelling of Doom
Cara, essa música orquestrada num CD que ouvi...vixe, muito épica. Era muito massa ouvir elas nos Dungeons do jogo onde o tempo não passava como nas cidades/ruas/florestas então era possível ouvir ela sem se preocupar. Adorável jogo e facinho facinho.... ;-)


04- Ninja Gaiden II: The Dark Sword of Chaos
Adoro o Ninja Gaiden I, mas esse daqui em termos sonoros superou o I. Só essa intro ai vale o jogo inteiro. Mas não se preocupe que o jogo tem muito mais músicas do que essa...a da chuva quase coloquei aqui. =)


03- Double Dragon - Theme
Eu não seria justo se não colocasse essa. Bem, varias jogatinas (apesar de nunca ter salvado no nes) e sempre sendo surrado por um tal de Abobo. Só no telefone...mas a música tema jamais será esquecida...


02- Castlevania III: Dracula's Curse - Clocktower
Não sou especialista em música clássica nem nada mas ao ouvir isso eu sempre imagino Mozart. Porque eu não sei...só sei que é uma das melhores músicas que ouvi em toda a minha vida. O jogo possui vários clássicos do reino do Castlevania. Uma obra prima da Konami.


01- Super Mario Bros
Sem mais meritíssimo. O tema mais lembrado da história dos videogames é essa canção ai. Nada supera esse encanador macarronico...nada mesmo. E não é a toa que ao lembrar de Mário você não lembra de armário e piadas infames e sim deste personagem com essa música grudenta e saborosa =)

quarta-feira, 3 de abril de 2013

BIOSHOCK INFINITE- (GAME)


Columbia...a cidade nos céus...

Um dos melhores jogos que já joguei nesta querida vida de jogatina. Pronto, falei.


Vamos ver o que você acha disso: você é um cidadão de bem que tem uma suposta dívida de jogatina (talvez poker, who knows) e é solenemente "convidado" a ir numa cidade resgatar uma garota para limpar seus débitos. Só que os detalhes são: uma cidade nos céus; uma cidade racista/facista que está em guerra contra os seus rebeldes; você não é bem vindo lá e é 1912.

Uma propaganda racista da cidade...enrede fascinante e misterioso


Para os aficionados por qualidade gráfica (eu não me importo, tendo qualidade sonora e enredo já basta) simplesmente vão delirar com os efeitos gráficos da cidade aérea: iluminação divina, monumentos cabulosos, beija-flor (primeira vez que vejo um, aliás vários, num jogo) com uma movimentação perfeita, os NPC (non playable characters) como falas uma diferente das outras sem falar na qualidade gráfica deles e entre outros. Quem é do tipo que só joga se tiver gráficos bons, ta aí um nível de detalhamento sem igual.

Para os aficionados pelo som (eu) simplesmente o cabeção pira. Fuga do SongBirg por exemplo é um show a parte. Tanto o clima de ação quanto a trilha sonora. Quase enfartei. =D

SongBird: corra (ou voe) para as colinas!

E para os aficionados em enredo (eu também)...não posso falar nada pois só entregaria os detalhes do jogo. Quanto menos eu falar, melhor. Só te garanto que é um dos enredos mais espetaculares que já vi. Daria um filme épico, se alguém levasse a sério criar uma Columbia (a cidade em que se passa o jogo). O enrendo vai soltando a trama aos poucos e você vai deduzindo as coisas, mas ai você vê que na verdade nada era o que você pensou e ai você vai afunilando mais e mais até...o final épico.


Mas continuando....Uma vez feito o resgate da garota (Elizabeth) que acontece durante 1/4 do jogo, você irá ter o 'ajudante' mais legal de todos os FPS já conhecido. A Elizabeth foi o maior achado nos games como ajudante... =D

Booker DeWitt e a carismática Elizabeth

Pense num ajudante que ajuda (pode parecer estúpido o que falei, mas quem já jogou RE 5 sabe que estou falando) e que te joga kit, armas, aponta onde tá o perigo, se esconde, você não precisa proteger, interage com você, oferece opinião...cara, simplesmente cabuloso.


Um inimigo vacilão andando pelos trilhos do skyline com um skyhooker


Mas acho que a coisa mais magistral foi o SkyLine e a sua arma Sky Hooker onde o primeiro seria uma espécie de trilhos aéreos por onde trafega as mercadorias da cidade flutuante. O Sky Hooker é a sua arma e também aparato para andar nesses trilhos. Uma arma bem agressiva! Execuções pra lá e pra cá...

Patriota motorizado: uma espécie de mini subchefe presente no jogo todo. 

E você, como Booker DeWitt, parte para a fuga da cidade comandada por Zachary Comstock (um profeta de Deus que é ao mesmo tempo enigmático e carismático com seu povo) usando de diversos tipos de armas (podendo carregar somente duas) como uma pistola, shotgun, sniper, carabina, RPG, peppergun (aquela arma rotatória, não sei explicar), metralhadora antigassa, uma heat gun que parece uma doze que joga umas balas mega forte, volley gun que manda umas semi-granadas eu diria e uma colt violentassa para arrebentar fuças. Acho que tem mais umas duas que esqueci.

Além também dos Vigors (espécide de plasmids do antigo Bioshock) para dar aquela força paranormal ao nosso herói. Dentre deles destaco os:

- Possesion: exato, possui máquinas para atacar os inimigos ou se você quiser, os próprios inimigos, onde eles 'viram a casaca' e atacam os inimigos e depois simplesmente metem uma bala na própria cabeça...simpático esse plasmid...

Possession em ação (pegando um inimigo desatento)


- Bronco Power: poder dos cavalos. Basicamente gera um campo gravitacional (ao som de cavalos passando) que ergue todos que estiverem na reta e ai você manda bala.

Voa canarinho voa...só levantando a galera na base da "cavalada"


- Murder of Crows: Corvos. Mande corvos para os inimigos. Surra colossal.
Amigo, amigo (ele e mais trezentos)


Entre outros Vigors (creio que é um total de 8)! Resumindo, você terá um belo arsenal para tentar pagar sua dívida através do resgate da garota...mas....em se tratando de Bioshock, nada é o que parece ser...






Nota Geral do jogo: 1000000000

Enredo: um bilhão a nota...Shockado, ou melhor Bioshockado (ui)
Som/Música: Música dos anos 80, Mozart, e claro as composições do jogo...nota um bilhão também. "O quê? Música dos anos 80 num jogo de 1912?" Sem spoilers como disse
Gráficos: um bilhão, mas mesmo se os gráficos fossem 1, jogava sem stress...não são gráficos que definem um jogo =)
Desafio: depende, no nível normal você pode considerar um 9 mas no nível hard vai para 10 e já no nível '1999' que é após terminar no hard, a dificuldade se eleva supremamente.


Criador do jogo com um SkyHooker (caso você tenha interesse em comprar um, é possível)


Um jogo para, no mínimo, ser eleito o melhor do ano.

sexta-feira, 15 de março de 2013

MASS EFFECT 2 - (GAME)





Estou meio atrasado nos posts mas enfim, voltando a ativa.
Eu estou já jogando o MASS EFFECT 3, mas tenho que deixar um artigo aqui para este jogão.

Bom, novamente como começei no outro artigo (sobre o Mass Effect 1), eu sempre trollava um certo amigo de VIX (ES) dizendo que este era um jogo chato. =)

se você comparar com o ME 1 (que é um espetáculo de jogo), o Mass Effect 2 (ME 2) surra em termos de jogabilidade, estória/enredo e som...na verdade o som é pau a pau.
Vamos lá a estória do jogo:




Enredo (a grosso modo)
Sheppard está dando uma volta na Normandy (sua bela nave) a procura de qualquer coisa quando é atacado por uma nave feia que faz com que metade da sua tripulação vá pro saco e ele fique vagando no espaço até cair num planeta qualquer. Como a tecnologia médica é avançada nesse futuro, ele fica numa espécie de...coma...e uma organização chamada Cerberus o "reconstrói" já que apesar de estar mais pra lá do que pra cá, ele estava provavelmente com uma aparência de Darth Vadder. Ele volta a ativa e eis que vai atrás dos seus inimigos que o atacaram numa nova nave supimpa chamada de...Normandy 2.0 (com windows 8 integrado). =)


Basicamente é isso, não vou contar mais detalhes do enredo. Temos também uma homem ilusivo (ou Illusive Man) que é dublado por nada mais nada menos que Charlie Sheen (o pai, não o filho) que é um cara assim, como posso dizer, ilusivo...saco?

Eis que temos um time de peso para ajudar Sheppard como Miranda (a sexy cheerleader do time), Jack (mulher doida, psicopata, não por natureza), Thane (o assassino mais gente boa do universo, só jogando para entender), Samara (Justicar nivel master de justiça), Zaaed (mercenário que é a cara do Van Damme envelhecido), Garrus (de volta do um, Turian mais gente boa da galáxia), Talia (aquela da novela do SBT, mexicana, devolta do 1 também), Grunt (o grande Wrex tá fora desse jogo, virou um 'rei', então cabe ao Grunt substituir ele) e outros como Mordin, Vera Verão Jacob, Legion (Geth 'bonzinho') e a ninja Jyraia Kasumi...até a Liara do ME 1 dá as caras num DLC animal chamado "Shadow Broker"(espetacular).





Porque eu contei o nome de cada um? Bem cada um tem no jogo uma missão que seria de "lealdade" ao Sheppard. Se o Sheppard ajuda o personagem em questão, este personagem está disposto a fazer de tudo para ajudar o querido comandante. E olha que cada história tem um enredo/desfecho mega master. Não é a toa que é o melhor jogo da série.

E se pegarmos a missão final, a Suicide Mission...bem tenho que concordar com o amigo de VIX que é a melhor missão de toda a trilogia...inclusive da missão final do ME 3.

Um jogo épico, com personagens épicos. Vale cada centavo (ainda mais que tá barato por ser um jogo antigo).





Nota geral: 10